2 de agosto de 2010

Sentir

Não é preciso ouvir quando se pode sentir com o coração.
E é o “sentir” que os tornam vivos pela eternidade.
Nós não conhecemos o verdadeiro valor desses momentos
até que eles se submetam ao teste da memória,
e se eles permanecem, certamente é porque foram especiais.
E como dizem, não é o tempo que eles duraram,
mas a intensidade de como aconteceram.
Não é preciso “tocar”, nem beijar, nem fazer promessas.
Os olhares dizem muito mais e nos levam para
uma viagem dentro de nossa própria alma.
Talvez, qualquer interesse carnal destruiria a magia,
a ternura desses momentos que ficam para sempre.