26 de junho de 2010

Fita Métrica do Amor !!

Assistí o jogo em casa...
Não foi o jogo que eu esperava mas, não vou ficar criticando...tá certo que eu esperava mais...até fiquei fiquei um pouco rouca de tanto gritar...hahhahahaha...mas, melhor empatar que perder..rsrsrsrs...

Lí o que postarei abaixo da Martha Medeiros e achei lindo...sem falar que é exatamente o que penso...
Beijos !!

Fita métrica do amor

Como se mede uma pessoa?

Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento.

É enorme para você
quando fala do que leu e viveu,
quando trata você com carinho e respeito,
quando olha nos olhos e sorri destravada.

É pequena para você
quando só pensa em si mesma,
quando se comporta de uma maneira pouco gentil,
quando fracassa justamente
no momento em que teria que demonstrar
o que há de mais importante entre duas pessoas:
a amizade.

É gigante para você
quando se interessa pela sua vida,
quando busca alternativas para o seu crescimento,
quando sonha junto.

É pequena quando desvia do assunto.

É grande quando perdoa, quando compreende,
quando se coloca no lugar do outro,
quando age não de acordo com o que esperam dela,
mas de acordo com o que espera de si mesma.

É pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.

Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza
dentro de um relacionamento,

pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas:

será que é ela que mudou
ou será que o amor é traiçoeiro nas suas medições?

Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor
que parecia ser grande.

Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor
que parecia ser ínfimo.

É difícil conviver com esta elasticidade:

as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos.

Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros,
e sim de ações e reações, de expectativas e frustrações.

Uma pessoa é única ao estender a mão e,
ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma.

O egoísmo unifica os insignificantes.

Não é a altura, nem o peso, nem os músculos
que tornam uma pessoa grande.

É a sua sensibilidade sem tamanho.

Martha Medeiros